Superpopulações Ou Declínio Da Humanidade?

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Por Manuela Rahal

Até 2050 haverá 9 bilhões de pessoas neste planeta queimando carbono, poluindo com plástico e consumindo calorias. Até 2100, esse número chegará a 11 bilhões, empurrando a sociedade para um cenário parecido com o do clássico Soylent Green. Esses números todos não são sci-fi e sim previsões das Nações Unidas.

Mas, e se essas previsões estiverem totalmente equivocadas? É isso que apontam os estudos de dois especialistas: o jornalista canadense John Ibbitson e o cientista político Darrell Bricker. No seu livro recém lançado , “Empty Planet” (ou Planeta Vazio).

Depois de estudos feitos em diversos ecossistemas, como favelas indianas, salas de cirurgia aqui em São Paulo, chefs de cozinha em Bruxelas e um clube de debates com jovens em Nairóbi, a dupla concluiu que, independentemente de estatísticas da ONU, que o que realmente está mudando são as escolhas que as pessoas estão fazendo, durante o período mais rápido de mudança na história da humanidade.

Essas escolhas estão nos impulsionando e acelerando processos e a conclusão é de que "Em cerca de três décadas, a população mundial começará a declinar", escrevem eles. "Uma vez que esse declínio começa, nunca terminará."

Ou seja, tudo indica que vamos deixar de ser férteis, de reproduzir (Handmaid's!) e, quem sabe até, parar de nos preocuparmos com isso. Ainda estou no comecinho do livro e já recomendo super, mais para frente voltamos com novas impressões ;)

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Manuela Rahal