Abertura de Exposições na Japan House

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A nova instalação, no andar térreo, apresenta nove pilares de água com partículas em movimentos orgânicos que se assemelham à dinâmica de elementos vivos.

Água, luz e música são os principais elementos que dão vida a Fluidez, mostra que estará disponível de 23 de abril a 04 de agosto.

A instalação inédita é do estúdio de design visual WOW, que atua no campo do design visual e se apresenta pela primeira vez na América do Sul.

O projeto, tem como ponto de partida o movimento dos líquidos e de pequenas partículas, que se assemelham à dinâmicas de elementos vivos. O resultado é um ambiente mágico formado por nove pilares de água e partículas metalizadas, com capacidade de 500 litros cada, que a partir de uma ampla sincronia entre movimento, música e luzes coloridas, cria um fluxo orgânico com intensa energia e vitalidade.

O espectador é convidado a observar a instalação Fluidez totalmente no escuro, apreciando os movimentos que se alteram de modo a permitir a percepção entre lentidão, calmaria, rapidez, paz e energia, em uma franca referência a dinâmica natural da vida. A mobilidade da água e o turbilhão de partículas são controlados por bombas instaladas em cada pilar, junto com trilha sonora exclusiva - assinada pelo japonês Masato Hatanaka - e cores que variam em uma delicada escala de nuances.

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Combinando design, artesanato, contemporaneidade e tradição, a Japan House São Paulo apresenta JAPÃO 47 ARTESÃOS, exposição em cartaz de 22 de abril a 17 de julho, com curadoria do designer japonês Kenmei Nagaoka, do D&DEPARTMENT PROJECT. O segundo andar do centro cultural é o cenário para descobertas resultantes de um Japão contemporâneo, que jamais abandona suas tradições, a ser revelado em suas características, habilidades e sensibilidades, por meio de peças feitas por artesãos das 47 províncias que compõem o Japão.

A exposição traça um amplo panorama do fazer manual no Japão atual, com itens que revelam histórias e características individuais das províncias e se utilizam de designs típicos, inclusive para subvertê-los. À primeira vista, os itens podem parecer distantes da regionalidade típica, porém, o ponto de partida para esses artesãos em suas criações são, muitas vezes, as memórias de sua terra natal, os materiais e as técnicas herdadas nos muitos séculos de saber.

Marcela Zanon